
De acordo com a Federação Nacional dos Médicos ( FENAM ), a medida provisória interfere na remuneração e desfigura a jornada de trabalho dos profissionais de saúde. A estimativa da entidade é que
em todo o país 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde sejam atingidos pelas novas regras, além de 7 mil do Ministério da Educação.
Segundo a Fenam, os artigos 42 a 47 da MP 568 alteram o cálculo das gratificações e dos valores de insalubridade e periculosidade, reduzindo em até 50% os salários dos médicos. Uma comissão mista do Congresso Nacional está analisando o relatório sobre a MP apresentado pelo senador Eduardo Braga, e o parlamentar diz que irá apresentar uma emenda ao texto, corrigindo os erros de cálculos.
O problema, é que até não sair nenhuma definição sobre o tema, os médicos vão continuar paralizando os atendimentos, o que vem acotecendo mais na capital de SC. Provavelmente, os médicos não irão engolir qualquer aumento da carga horária, seja com redução dos salários ou seja com um pequeno reajuste ... Será que poderá ser anunciada mais uma grande greve em SC ??? De qualquer forma parece que essa história ainda "vai dar pano pra manga" ...
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